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No Brasil Colonia, a maioria das oliveiras plantadas ficavam na proximidade de igrejas, tendo em vista as comemorações do “Domingo de Ramos”.

Além das oliveiras plantadas pelos padres ou por fazendeiros, a título de curiosidade, plantaram-se apenas pequenos olivais, quando o país começou a apresentar uma modesta produção, a coroa portuguesa , com medo de que o produto da colônia concorresse com o de Portugal, ordenou o corte das árvores. Decisão que impediu que a olivicultura tomasse impulso no país, também os negociantes importadores portugueses, fizeram os brasileiros acreditarem na impossibilidade de ter olivais e por muito tempo o país só conhecia azeites e azeitonas que vinham de Portugal. Assim passamos a desprezar a cultura por um longo período.

Desde então, criou-se o mito que a oliveira não crescia em terras brasileiras. Foram feitos alguns plantios em vários estados entre eles São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Maranhão (algumas produzindo mais e outras produzindo menos), mas por falta de conhecimento e tecnologia esses olivais desapareceram

Atualmente, existem plantios comerciais de oliveiras nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina. A decorrente produção ainda é pequena, mas o potencial é enorme e os azeites produzidos atualmente são de excelente qualidade.

O consumo médio de azeite de oliva no Brasil, é de apenas 200 ml por pessoa/ano. Contudo, o brasileiro começa a se interessar cada vez mais pela qualidade, tipo e a procedência do azeite de oliva que consome.
Escolher um bom azeite de oliva não é uma tarefa fácil, é preciso que o consumidor esteja atento a alguns detalhes, tais como: (i) data de envase ou da colheita (essa é mais adequada); (ii) O recipiente de armazenamento (quanto mais escura for a garrafa mais protegido o azeite, além disso, quanto mais no fundo da gondola está a garrafa, melhor, pois dessa forma está mais protegida da luz solar ou artificial); (iii) O pais de origem e produtor. Além desses aspectos, sempre que possível, vale fazer a degustação do azeite escolhido.