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A revista alemã TEST de defesa do consumidor, – https://www.test.de/Olivenoel-Jedes-zweite-im-Test-ist-mangelhaft-4971053-0/ – de 2 de fevereiro de 2016 – publicou o resultado de testes feitos em 26 Azeites de Oliva Extra Virgem, originários de vários países, recolhidos em supermercados em diversas regiões alemãs.

Azeite de Oliva Extra Virgem, por definição, não pode ter nenhum defeito. No entanto, muitos produtos testados não atenderam a esse requisito. Fedorentos, Mofados e Rançosos, foram os termos usados pela revista para os resultados dos testes sensoriais.

Nos testes, os especialistas identificaram resíduos de poluentes e pesticidas, que pode mostrar descuido ou má fé. Outras observações apontadas foram: informações insuficientes na rotulagem. Alguns não informavam a procedência do azeite, por exemplo.

O artigo conclui que o comprador deve consumir azeite pelos benefícios que proporciona, mas ressalta  a importância de uma boa análise da procedência antes da compra.